Dicas de arquitetura para a sua clínica ou hospital vet

Olá,

Ter um ambiente planejado, com layout bem definido, impacta na percepção que o cliente terá da sua clínica. Um projeto que leve em conta as necessidades e o bem-estar dos clientes e seus pets agrega valor e pode fidelizá-los.

Para falar sobre a importância de ter um projeto arquitetônico em clínicas veterinárias, convidamos a arquiteta e urbanista Mariana Assumpção, que será a nossa entrevistada do nosso próximo Webinar no dia 26 de abril, às 15h.

Também preparamos um infográfico com dicas de arquitetura e decoração que podem ajudar na organização da clínica.

Serviços

Com o crescimento do mercado pet e um público cada vez mais exigente, os tratamentos dedicados aos animais de estimação cresceram e surgiram serviços como hidroterapia (terapia na água) e acupuntura, creches para cachorros, além da valorização do profissional especialista (dermatologistas, ortopedistas, oftalmologistas). “Isso impacta diretamente na arquitetura da clínica. Em alguns casos, se forem agregados novos serviços, será preciso de mais espaço”, diz Mariana.

A patologia clínica veterinária tem feito parte cada vez mais da rotina dos médicos veterinários, pois a análise e a interpretação dos resultados dos exames laboratoriais exigem conhecimentos técnicos e impactam no tratamento. A Bio Brasil dará a seus parceiros desconto de 10% no curso Patologia Clínica Veterinária, do Instituto Brasileiro de Veterinária, em Campinas.

Divisão de setores 

O ambiente é a maior interface entre a marca e o consumidor. Por isso, além da comunicação visual, é importante observar o layout da clínica (circulação, exposição), se o mobiliário está adequado, se a sala de espera proporciona conforto, se aparenta limpeza, etc. “Fazer com que o mesmo ambiente atenda a demandas tão diferentes é o grande desafio do projeto pet. A verdade é que o cliente final não é o cachorro ou gato, e sim os donos. Um ambiente pensado nas proporções e agradável aos olhos dos usuários tem impacto direto com a fidelização desse serviço”, diz Mariana.

Exemplo: Um banho e tosa, não é mais um quartinho no final da loja que não pode ser acessado. Ele deve ser um ambiente de destaque, todo envidraçado para garantir que os bichinhos tenham um tratamento adequado.

Exposição de produtos

Outro ponto importante é a divisão de produtos na clínica. A disposição e a visibilidade dos produtos, mobiliário e a divisão dos setores do pet shop influenciam na decisão de compra e potencializam as vendas. “É preciso facilitar a circulação das pessoas nas lojas para que elas tenham um ângulo de visão. O tamanho dos corredores vai depender do tamanho da loja e do pé-direito, mas precisa ter no mínimo 80 cm por conta de cadeirantes e de pessoas com necessidades especiais”, explica Mariana.

Além disso, diz, a exposição dos produtos deve ser feita através de um projeto de zoneamento. Por exemplo, não pode misturar produtos de gatos com os de cachorro.

Legislação

Para que possam funcionar, as clínicas veterinárias devem atender uma série de regras e princípios básicos de higiene e bem-estar animal, de acordo com a Vigilância Sanitária, Conselho Regional, Conselho Federal, e Ministério da Agricultura. Por isso, antes de qualquer reforma ou ampliação devem ser consultadas as legislações específicas.

Matéria retirada do site: BioBrasil

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